Metabolizando


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Imagem: Reprodução

Neste segundo semestre de 2013 tenho passado por uma “reformulação de dados” em várias escalas e esferas da vida. E os aspectos que eu tinha adquirido nos últimos dois anos começaram a se transformar de uma maneira quase que “forçada”, parecia um novo nascimento, se é que isso existe, acredito que sim. E foram em todos os âmbitos: profissional, social, pessoal, residencial, cultural, musical… Ah, este aí me compõe, me eleva e faz todos os outros rumos fluírem, ou não!
De uns tempos para cá o desejo de aprender a língua inglesa, tem me despertado os sentidos, e por eu ser um tanto rígida comigo mesma, estou vendo este despertar como algo positivo, vivo, benéfico, afinal, exigir muito de si mesmo requer um desgaste de energia estrondoso, que quando estoura, arremessa os cacos das ilusões a quilômetros de pessoas, ops, digo, de distância.
Sair do mundo cor de rosa, do conto de fadas, do paraíso inventado nos meios espirituais templários requer esforço e dedicação pessoal bem direcionado, onde a dependência que tínhamos nas pessoas, precisa ser trocada, novamente se necessário, pela soberana onisciência de Deus. E eis que quando esta entrega, esta troca acontece, é como se o nosso interior todo participasse de uma espécie de “metabolismo intelectual”.
Assim como o processo de metabolismo do corpo humano tem as reações químicas que ocorrem dentro do organismo e tem a função de mudar ou produzir moléculas, que acontece no estado anabólico (formação dos compostos) ou catabólico (quebra dos compostos), tive uma percepção de reação mental e espiritual acontecendo com formações e quebras de sentimentos e conceitos. Da mesma forma que para se manter o organismo vivo é gasto uma certa quantidade de energia, quando se respira, dorme e para se manter as funções cardiovasculares que o organismo utiliza de sua reserva calórica, fiz uma comparação com a nossa mente, que também se vale destes estados anabólico e catabólico.
Talvez eu esteja também num momento bastante filosófico da vida, mas quem nunca, que me atire a primeira letra (pense numa música) … Fato é que se algo não está acontecendo fluentemente, com ânimos dispostos rumo à destinos sorridentes, é preciso uma reavaliação, e se preciso, mudança deste rumo. A motivação deste post hoje foi simplesmente uma das minhas paixões, que vem desde a infância: a MÚSICA. Curiosa que sou, tento me abrir para entender o “modus operandi” desta humanidade, agora tão liberal e cheia da expressão “nada a ver”. Ai, na música, encontrei o Blog do músico Marcos Almeida, que em setembro começou a divulgação de canções brasileiras com temática espiritual. Uau, definitivamente encontrei um tesouro. Então vou especulando aos pouquinhos, mas prosseguindo no mesmo, ou até maior, amor pelo meu incentivador – Espírito Santo! S2

Na fé e em canções,

Vivi Wolf

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